Mas minha paixão não foi propriamente pelos velhos (e bons...) lápis de madeira e sim por sua versão mais tecnológica, as LAPISEIRAS!!!
As primeiras idéias, datam do início do século XIX. A primeira patente de lapiseira por pressão de mola data de 1877.
Um fato interessante sobre lapiseiras, é que alguns fabricantes criaram modelos exclusivos, mas era prática freqüente de fabricantes famosos, criar lapiseiras que formavam CONJUNTOS com canetas famosas. A Parker por exemplo, sempre lançou lapiseiras de conjunto. Falarei delas ao final desta série...
Vamos aos tipos mais comuns de lapiseiras...
1. Ejetora de grafite: Como ficaram consagradas no idioma inglês, "Propelling Pencils". São lapiseiras com um reservatório interno de minas de grafite que se comunica com o exterior por um mecanismo de retenção na ponta. Ao se pressionar um botão ou ainda toda a parte posterior, ejetam a mina em incrementos mínimos. Ao cessar a pressão sobre o dispositivo, um mecanismo de retenção "trava" o grafite em posição de escrita. Esse é provavelmente o tipo de mecanismo mais popular da atualidade e está presente desde as medidas mais finas de grafite (0.3 mm) até a mais grossa para esse tipo (2.0 mm).
Lapiseira Esterbrook J grafite 1.1 mm - Uma típica lapiseira de conjunto
Lapiseira Pentel P205 grafite 0.5 mm - Um dos modelos de maior sucesso de todos os tempos
Koh-I-Noor Notebook grafite 2.0 mm - Uma "propelling" que usa grafite "apontável"



